Assusta o internauta a quantidade de ‘empresas’ que oferecem e comercializam cartões de descontos para serviços médicos. Muitos profissionais de medicina, no desconhecimento das referidas leis e normas, fazem suas adesões a esses sistemas ilegais e acabam tendo sérios problemas junto aos seus conselhos regionais, haja vista que esses, no desdobramento das normas da ANS, acabam punindo os infratores por esses oferecerem descontos em serviços médicos. Prática, por sinal, já proibida no Código de Ética Médica.

Muitas empresas que comercializam os cartões de descontos, oferecendo vantagens e benefícios em produtos e serviços como farmácias, postos de gasolina, funerárias, escolas, flores etc., acabam agindo de má fé e oferecem descontos em serviços médicos, com intuito de atrair novos clientes para o seu negócio.

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Essa tem sido a pergunta diuturna de vários profissionais de medicina que tentam encontrar formas e maneiras legais de incrementar o seu faturamento mensal. Muitas empresas médicas sobrevivem exclusivamente de receitas financeiras oriundas de convênios médicos e planos de saúde. A receita financeira média de serviços médicos particulares no Brasil corresponde a 12% do faturamento total. Daí advém a preocupação de muitos gestores de empresas médicas de encontrar novas formas de receitas financeiras para os seus negócios.

Nessa busca, a melhor maneira tem sido o cartão de fidelidade saúde.

Nesse livro, você aprenderá todos os conceitos, práticas, ferramentas e mecanismos para implantar de forma legal o seu sistema de fidelidade saúde. Todos os temas aqui descritos e abordados já foram testados e comprovados em diversas empresas no Brasil, Angola, Moçambique, Portugal e recentemente na Espanha.

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No caso do Brasil, em especial caso, o sistema de fidelidade saúde tem sido a forma mais adequada e eficiente para quem quer fugir da prática ilegal de descontos em serviços médicos, cabalmente proibida por diversas leis e normas da ANS (Agência Nacional de Saúde), CFM (Conselho Federal de Medicina) e CRM’s estaduais.

Dessa forma, ao implantar o sistema de fidelidade saúde a sua empresa poderá operar facilmente no mercado de prestação de serviços médicos, uma vez que esse sistema atua exclusivamente através da fidelização da carteira de clientes particulares.

O sistema de fidelização de clientes em saúde é totalmente legal, haja vista que ele funciona basicamente fundamentado na tabela de preços particulares de serviços. Ou seja, não tabela de descontos, vantagens etc.

O cliente do cartão de fidelidade saúde NÃO oferece descontos, mas sim BENEFÍCIOS aos seus usuários através de uma tabela mercadologicamente mais adequada a realidade local da prestação de serviços médicos e tem como base estrutural a Tabela CBHPM, recomendada pelo ANS, CFM, AMB, CRM’s etc. como referência de preços.

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Esperamos que com as informações contidas nesse livro você implante com eficiência o seu sistema de cartão de fidelidade saúde e tenha como isso excelentes resultados financeiros.

Slide1Muitas pessoas ainda se equivocam quando falam sobre os mais diversos tipos de cartões de PVC que se ver no mercado mundial. Isso ocorre devido a falta de profissionalismo existente entre algumas empresas que comercializam esses tipos de produtos e serviços e não os definem com facilidade.

Para dirimir as possíveis dúvidas sobre esse assunto, vamos especificar os diversos tipos de cartões de clientes que existentes no mercado e suas aplicações no dia-a-dia.

Basicamente temos no mercado quatro tipos de cartões de PVC, que são:

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O cartão de crédito/débito,

O cartão de descontos,

O cartão de vantagens e

O cartão de fidelidade.

Vejamos a especificação de cada um:

Cartão de Crédito/débito – Para o PROCOM Brasil, o cartão de crédito/débito é uma espécie de dinheiro virtual, ou “dinheiro de plástico”, que foi criado com a finalidade de promover o mercado de consumo, facilitando as operações de compras. Esse cartão é garantido normalmente por uma operadora ligada a uma instituição financeira legalmente registrada no Banco Central.

Cartão de Descontos – Tem como função fixa oferecer bônus aos seus usuários através de descontos em situações especiais.  A cada compra/utilização que o usuário realiza, ele poderá receber descontos específicos e pagar menores preços em determinadas mercadorias/serviços pré-selecionadas pelo estabelecimento comercial. Esse desconto pode variar por produto, estabelecimento, épocas, tipo de cartão etc.

Cartão de Vantagens – É muito parecido com o cartão de descontos. Mas os benefícios são ampliados, uma vez que não se limitam apenas ao oferecimento de bônus. Nessa modalidade, além de descontos, o usuário acumula pontos que poderem ser trocados por vantagens como brindes, prêmios, desconto total, incremento da faixa de descontos etc. Após a troca dos bônus, os pontos são zerados e o cliente tem de acumulá-los novamente com novas comprar.

Cartão de Fidelidade – Nessa modalidade as funções e objetivos são mais completos e abrangentes que os demais tipos de cartões acima descritos. Os cartões de fidelidades não têm limites de utilização, como os cartões de créditos e descontos, e normalmente são utilizados com objetivo de prover benefícios para uma instituição, seja beneficente ou não.

Os pontos adquiridos através das compras/utilização continuam valendo após a bonificação, – diferente do cartão de vantagens, que normalmente os zeram – e podem oferecer benefícios complementares para os seus usuários, como por exemplo: premiação por hábito de consumo, por local de compra, etc.

O grande detalhe é que nessa modalidade de cartão de cliente se busca “a fidelização” do usuário final. Ou seja, oferecer mais benefícios para aquele cliente que utiliza mais o cartão um determinado tipo de serviço ou produto.

Seja cartão de crédito, descontos, vantagens ou fidelidade, os cartões de clientes em PVC são ferramentas importantes de marketing moderno. Muitas empresas os distribuem gratuitamente os seus cartões ou cobram valores pequenos para poderem ofertar os seus serviços e produtos aos seus clientes especiais.

Além de ser uma propaganda forte, já se detectou que o simples fato de uma empresa distribuir um cartão personalizado para um cliente gera uma satisfação nessa pessoa, dando-lhe uma sensação de prestígio e reconhecimento comercial.

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Várias clientes, quando precisam comprar algo a crédito numa nova empresa, demonstram os seus antigos cartões de clientes, como se eles lhes garantissem um reconhecimento comercial.

A priori, se acredita que quem tem vários cartões de créditos ou afins seja um bom pagador.

Portanto além de serem fortes elementos de fixação de imagem da empresa, esses cartões são catalisadores de fortes apelos de consumo, pois oferecem descontos, prazos, vantagens e benefícios para os seus usuários.

Nas empresas médicas, em particular, além de auxiliar o atendimento – pois agiliza o sistema de cadastro e agendamento de serviços-, os cartões de clientes facilitam a vida tanto do cliente quanto da clínica.

Hoje muitas clínicas oferecem aos seus usuários um cartão de cliente simples com os seus dados cadastrais embutidos neles. Isso obviamente, nesse caso especial, é mais um apelo de marketing. Normalmente, depois esse cartão simples pode evoluir para cartão de cliente especial, cliente fidelizado ou um cartão de vantagens.

Nas empresas mais robustas, todos os clientes recebem um cartão com taxa magnética ou em código de barras, ou um smart card (cartão com chip) que agilizam o atendimento na clínica ou hospital, uma vez que esses cartões são lidos em consoles eletrônicos instalados na recepção e enfermarias, dinamizando com isso todo o processo de atendimento da empresa médica.

Com um cartão de cliente personalizado eletronicamente, uma clinica pode oferecer um serviço muito eficiente de pré-atendimento feito pelo próprio usuário do cartão. Com esse cartão o cliente pode agendar consultas, marcar retorno, verificar andamento de resultados de exames, conhecer as especialidades médicas oferecidas na empresa, os convênios atendidos, consultar saldo ou ponto da sua conta de fidelidade etc.

Com a popularização das operações feitas em caixas eletrônicos através de cartões de clientes dos bancos, os cartões de PVC se popularizaram e hoje são usados nas mais variadas formas e situações financeiras.

Nos Estados Unidos e na União Européia as pessoas possuem um cartão eletrônico federal com todos os seus dados pessoais e históricos de patologias e atendimentos médicos. Esse cartão é como um prontuário médico e pode ser acessado em diversos locais e situações. Nesses países, um simples cartão de PVC e um chip embutido descrevem toda a vida clínica de um usuário, facilitando assim o seu atendimento em qualquer lugar da Federação.

No Brasil, um simples sistema de cartão de PVC bem implantado e principalmente bem administrado poderá alavancar a receita de uma empresa médica, chegando até a concorrer quanto as receitas, com os grandes convênios e planos de saúde. Isso eu posso provar e vou ele ensinar agora.

Antes, porém vale lembrar o que disse o escritor Len Rogers, sobre empreendimentos de sucesso:

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Não importa o que você sabe ou o que você pensa, importa o que você FAZ a respeito do que pensa.”

Conheça a diferença entre o Cartão de Fidelidade Saúde e o Sistema Independente de Saúde.

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A ABRAP’S – Associação Brasileira de Autoprograma de Saúde – sendo uma entidade de classe associativa com atividades no território nacional, sem fins lucrativos, exercendo intercâmbio e desenvolvimento empresarial de suas associadas, as quais podem desenvolver suas atividades de forma individual, ou conjuntamente, em serviços de saúde, o que difere, desde logo, de eventuais convênios de saúde que propõem os chamados “cartões de desconto”.De fato, a ABRAPS, diante de seus atos constitutivos operacionaliza “Autoprograma de Saúde” ou “Serviços de Convênios” em que o próprio usuário é quem planeja os gastos com a saúde e realiza o pagamento diretamente aos seus fornecedores de produtos ou profissionais devidamente credenciados como médicos, dentistas, laboratórios etc., ou, então, através de pagamento direcionado conforme o disposto no Decreto-lei 5452/43 em seu artigo 462. O referido “Autoprograma” tem sua extensão a todos os familiares do usuário, permitindo, inclusive, inclusão de novos dependentes. É um programa, portanto, com formas de assistência à saúde exercendo papel relevante das associadas junto à população, estabelecendo-se uma relação de cooperação em prol do bem comum. Contato Sr Sérgio Martins (37)3212.0003

Slide1Conheça agora o novo capítulo do E-book Cartão de Fidelidade Saúde e saiba como implantar esse sistema na sua empresa médica.

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Ouça agora a parte 01 da nossa palestra Como Criar Sistema de Fidelidade em Empresas Médicas (enfoque especial Odontologia).

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Palestra Como criar sistema de fidelidade em empresas médicas

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Consultoria Especial On-line!

Slide1Agora você tem a sua disposição um pacote especial de recursos, conhecimentos e ferramentas para implantar o seu cartão de fidelidade em empresa médicas. O e-book Cartão Saúde evoluiu e agora traz uma gama de recursos para você aumentar o faturamento da sua clínica ou consultório.

Chegou o Super Box Cartão de Fidelidade Saúde!

Um completo guia para você fidelizar os clientes da sua empresa médica.

O Super Box Cartão de Fidelidade Saúde é composto de:

01 – E-book: Cartão de Fidelidade Saúde – Como criar um sistema de fidelidade em empresas médicas.

01 – Termo de Uso – Documento que substitui os contratos entre as partes do sistema de fidelidade.

Saiba Mais!


novo cartao_bigMuitos dos meus leitores têm solicitados informações complementares dos meus artigos sobre sistema de cartão de descontos e cartão saúde. A maioria dos indagadores ainda tem algumas dúvidas sobre esses tipos de sistemas, diferenciações e legalidades.


Espero, neste artigo, por fim esclarecer essas e outras dúvidas pertinentes.


Primeiro vamos conceituar e exemplificar esses tipos de cartões:


Cartão de Descontos – Esse sistema compreende um modelo de negócio onde uma empresa ou uma administradora oferece descontos para os portadores desses tipos de cartões de clientes. Nesse caso o cartão pode ser de uma empresa própria, onde ela oferece descontos para os seus clientes nas suas próprias lojas. Esse cartão é conhecido como cartão próprio de descontos.


Pode-se ainda, ser um cartão de descontos de administradora. Nesse sistema, uma empresa é regulamentada e registrada conforme códigos do CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) como administradora de cartão de descontos. Nessa opção a administradora atua em dois francos, sendo oferecendo os seus cartões para clientes em potenciais que desejam descontos e vantagens em suas compras. E no outro franco temos as empresas parceiras da administradora que, através contratos de parcerias, oferecem descontos para os portadores do cartão de descontos.


A atuação do sistema de cartão de descontos de administradora é regulamentada com atividade comercial e tributada com prestadora de serviços. Já o cartão de descontos próprio é entendido como incremento de vendas através de sistemas de promoção e ofertas particulares. Os contadores sabem muito bem identificar essas atividades e agrega-las nos contratos sociais das empresas.


Normalmente esse tipo de cartão é comercializado pelas administradoras e oferecido gratuitamente pelas empresas, quando se tratam de cartões próprios.


Ver-se esses sistemas de cartão de descontos em diversas empresas com farmácias, postos de gasolinas, materiais de construção, lan house, óticas etc.

Por legislação própria, oferecer descontos em alguns serviços é proibido por lei específica. Todavia, alguns serviços como hotelaria, viagens, lazer, assessoria, educação etc. podem oferecer descontos. Já serviços médicos, jurídicos etc. não podem oferecer descontos de nenhuma natureza.


Cartão Saúdecartão 334ANS, por meio da RS nº 40, publicada no D.O.U em 10/06/2003, proibiu todas as empresas médicas de oferecerem aos seus clientes descontos ou preços especiais. Ou seja, essas empresas estão proibidas de comercializar esse tipo de cartão e ou serviço, cabendo às demais autoridades fiscalizar as empresas que comercializam serviços médicos através de descontos ou condições especiais.


O cartão saúde é um sistema totalmente inovador, uma vez que ele não oferece descontos nem preços especiais. O seu modelo se baseia na implantação de uma tabela própria da empresa médica, conforme os valores sugeridos nas tabelas de referência de valores profissionais, indicados por órgãos regulatórios.


No nosso e-book Cartão Saúde – Como implantar um sistema de fidelidade em empresa médica, descrevemos todos os processos de implantação e regulamentação deste tipo de serviço.


O Cartão Saúde é uma ótima alternativa para consultório médicos e odontológicos, uma vez que ele não é comercializado para os clientes, mas sim é oferecido como parte do sistema de fidelização da empresa. Neste contexto, o cartão saúde não é comercializado in loco, – como comumente se faz nos casos de cartões de descontos -, nem oferece essa modalidade de prática comercial.


Além disso, o cartão saúde pode ser registrado como sistema de auto-gestão de saúde. Respaldando-lhe legalmente a sua prática.


No nosso e-book são descritos todas essas etapas bem como os procedimentos para se implantar legalmente o cartão saúde.


Cartão de BenefíciosEntende-se com benefício o ato ou efeito de beneficiar, ter ou atribuir vantagem; favor; mercê etc. O Cartão de Benefícios é utilizado exatamente para identificar os clientes de um sistema de cartão de descontos, créditos, fidelidades etc., oferecendo-lhe vantagens basicamente fundamentadas na utilização do cartão em atividades comerciais.


O portador deste tipo de sistema recebe pontuação por utilizar o seu cartão em compras e aquisições. Basicamente esse é um tipo de cartão de classificação de benefícios e vantagens conforme a sua utilização. Os cartões de créditos e os de milhagens oferecidos pelas empresas aéreas se encaixam nessa categoria.


Cartão de FidelidadesNessa modalidade é um tipo de cartão de identificação de clientes com hábitos de consumo comum. Ou seja, ele serve para bonificar os seus usuários por consumos típicos. Dessa forma, – ao contrario do cartão de benefícios que pode ser utilizado em várias atividades comerciais -, o cartão de fidelidade identifica e bonifica clientes com hábitos específicos. Uma pizzaria que oferece vantagens e benefícios para seus clientes através de um cartão próprio tem um cartão de fidelidade. Isso se caracteriza porque o seu usuário só poderá utilizá-lo na pizzaria.


Se, por exemplo, esse mesmo cartão for utilizado além da pizzaria, numa borracharia, farmácia, açougue etc., ele deixa de ser um cartão de fidelidade e passa a ser um cartão de benefícios.


Uma empresa médica pode ter um cartão de fidelidade se oferecer aos seus clientes vantagens com auto-atendimento, serviços on-line, informativos de saúde, horários especiais etc. Todavia, esse modelo de cartão não poderá oferecer descontos.


Um outro detalhe quanto esses tipos de cartão é que eles não podem ser comercializados como planos de saúde ou convênios médicos. Para tal feito existe uma legislação própria e todos os seus complexos marcos regulatórios.


Espero ter sido esclarecedor e útil.


Por último, um lembrete: por favor, não ofereça nem comercialize cartão de descontos para serviços médicos, odontológicos etc. nem se associe a empresa que oferecem essa modalidade operacional. Procure as informações adequadas de profissionais capacitadas para você poder entender melhor esse assunto e não cair nas armadilhas que comumente vemos por ai. Procure também maiores esclarecimentos junto aos seus conselhos profissionais.


Agindo assim, por certo, você poderá incrementar a receita do seu negócio de forma totalmente legal e sensata.


Veja abaixo as vantagens na implantação do sistema de cartão de fidelidade em serviços médicos:

mais_dinheiroBaixíssimo custo de implantação do sistema;

Custo unitário do cartão de PVC em torno de R$ 1,80;

Preço sugerido de venda do cartão de R$ 10,00 a R$ 35,00;

Lucratividade superior a 64% somente com a venda os cartões;

Aumenta em média 47% o faturamento da empresa médica;

Não tem Glosas!;

Aumenta a carteira de cliente em média de 23% ao ano;

Formas de pagamentos dos serviços com o cartão fidelidade: 72% em dinheiro, 21% em cartão de crédito e 7% em cheques;

Sistema totalmente legal, conforme pareceres do ANS e CRM;

Alta taxa de retorno de investimento, em média 280% nos primeiros seis meses;

Sistema totalmente ajustável para clínica ou consultório médico;

Você mesmo administra o seu sistema de cartão de fidelidade;

Taxa de aceitação dos clientes 98%;

Aumente o Faturamento da sua Clínica Médica em mais de 60%!

cartao-capa-1Cartão de fidelidades em serviços médicos

Você quer aumentar o faturamento da sua clínica médica?

Quer aumentar o seu recebimento em Dinheiro em mais de 60%?

Quer sair de vez da tutela dos convênios e planos de saúde?

Então conheça o Sistema de Cartão de Fidelidade de Cliente.

Monte já o seu próprio sistema de fidelização de clientes e pare de dar lucros para os convênios médicos e planos de saúde;

Conheça agora mesmo esse revolucionário sistema de incremento de receitas financeiras para empresas médicas.

NÃO É SISTEMA DE CARTÃO DE DESCONTOS! (por sinal, essa modalidade de descontos é proibida por lei, para empresas médicas.)

O nosso ensinamento é para você montar o cartão de fidelidade de clientes.

Você vai aprender quais as diferenças entre cartão de descontos e cartão de fidelidade;

Quais são as leis que regem essas modalidades especiais;

Vai ter acesso aos pareceres dos CRM’s, quanto a implantação desse tipo de sistema;

Vai conhecer os fornecedores e preços de cartões de PVC, papel, smart card, softwares etc.

Vai aprender também como divulgar e vender o seu cartão de fidelidade;

Apresentamos para você um completo estudo de viabilidade para implantação do seu cartão de fidelidade de clientes.

E tem mais:

Você recebe ainda uma tabela de média nacional de preços de serviços médicos e uma tabela sugestiva para cobrar no seu cartão.

Você ganha GRÁTIS 20 dias de consultoria via e-mail para receber informações complementares, tirar dúvidas, oferecer sugestões etc.

Adquira já o sistema de cartão de fidelidade e incremente a receita da sua clínica ou consultório médico. Compre agora. Pois quanto você pensa, o eu concorrente já age!

Você decidiu que vai montar um sistema de cartão de fidelidade em sua empresa médica. Para tanto, nada melhor do que você ter as informações necessárias para que o seu empreendimento tenha sucesso, seja lucrativo e próspero.

Nós vamos lhe oferecer um check list com todas as etapas dessa implantação. Esse check list visa orientar e delinear as suas ações nessa nova e deslumbrante forma de incremento de receitas para empresas médicas.

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Use-o para saber se você já tem os conhecimentos necessários para implementar o sistema de cartão de fidelidade em sua empresa. Responda com sim ou não, para saber o seu grau de conhecimento nessa empreitada.

Baixe aqui a versão para imprimir o Check List. >> CHECK LIST GRÁTIS <<

Check List de conhecimentos:

Você sabe o que é um sistema de cartão de descontos? Sim ( ) Não ( ).

Você sabe o que um sistema de cartão de fidelidade de clientes? Sim ( ) Não ( ).

Você sabe o que diferencia o cartão de descontos do cartão de fidelidade? Sim ( ) Não ( ).

Você sabe qual a lei que proíbe a prática de cartão de descontos em empresas médicas? Sim ( ) Não ( ).

Você sabe qual a opinião dos Conselhos Regionais de Medicina quanto a aplicação do cartão de fidelidade? Sim ( ) Não ( ).

cartao-capa-1Você sabe o que é um cartão de PVC? Sim ( ) Não ( ).

Você sabe o que é um Smart Card? Sim ( ) Não ( ).

Você sabe o custo médio de um cartão de PVC? Sim ( ) Não ( ).

Você sabe o custo médio de um cartão de Smart Card? Sim ( ) Não ( ).

Você sabe quanto custa implantar um sistema básico de cartão de fidelidade de clientes? Sim ( ) Não ( ).

Você já sabe qual é a tiragem inicial de cartão de PVC ou Smart Card? Sim ( ) Não ( ).

Você sabe o que é impressão de alto relevo em cartão de PVC e quanto custa isso? Sim ( ) Não ( ).

Você já sabe quanto cobrar pela adesão ao sistema de cartão de fidelidade? Sim ( ) Não ( ).

Você já conhece os aspectos jurídicos da implantação do cartão de fidelidade em empresas médicas? Sim ( ) Não ( ).

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Você sabe qual é a posição do CRM quanto a adesão ao sistema de cartão de fidelidade? Sim ( ) Não ( ).

Você sabe por que o sistema de cartão de fidelidade não deve ter contrato, mas sim termo de uso? Sim ( ) Não ( ).

Você já tem um termo de uso do seu cartão de fidelidade? Sim ( ) Não ( ).

A sua empresa pretende vender o cartão de fidelidade ou comercializar adesão ao sistema de fidelidade? Sim ( ) Não ( ).

Você já tem uma tabela de preço especial de serviços médicos para oferecer ao cliente do seu cartão de fidelidade? Sim ( ) Não ( ).

Você sabe o custo médio dos serviços médicos no Brasil? Sim ( ) Não ( ).

Você já sabe o que vai fazer com a cobrança de serviços particulares? Vai mantê-lo ou extingui-lo? Sim ( ) Não ( ).

Você sabe o que é ticket médio em serviços de saúde, e como utiliza-lo para incrementar a receita da sua clínica ou consultório médico? Sim ( ) Não ( ).

Você sabe quais são as vantagens e benefícios do sistema de cartão de fidelidade? Sim ( ) Não ( ).

Você sabe quais são as características elementares de um cartão de fidelidade? Sim ( ) Não ( ).

Você pretende cobrar adesão, anuidade e renovação do cartão de fidelidade? Por que? Quanto cobra por isso? Sim ( ) Não ( ).

Você sabe qual é o perfil do usuário do cartão de fidelidade em empresas médicas? Sim ( ) Não ( ).

Você sabe o que o seu cliente de cartão de fidelidade espera deste serviço? Sim ( ) Não ( ).

Você já montou um plano de marketing para divulgação do seu sistema de cartão de fidelidade? Sim ( ) Não ( ).

Você já sabe quanto cobrar pela adesão do cliente ao seu sistema de fidelidade? Sim ( ) Não ( ).

Você pretende gastar quanto na implantação do seu sistema?

Você sabe quais são os impostos incidentes sobre os serviços utilizados através de cartão de fidelidade?

Você conhece os melhores fornecedores de cartão de PVC do Brasil? Sim ( ) Não ( ).

Você conhece os melhores fornecedores de cartão smart cart? Sim ( ) Não ( ).

Você sabe qual a tiragem mínima de cartão de PVC, para viabilizar o projeto? Sim ( ) Não ( ).

Você sabe qual a melhor forma de impressão do seu cartão de fidelidade? Sim ( ) Não ( ).

Você já tem um nome para o seu cartão? Sim ( ) Não ( ).

Você pretende implantar um sistema de cartão de fidelidade puro ou híbrido? Você sabe o que é isso? Sim ( ) Não ( ).

Você utilizará o seu sistema de cartão de fidelidade interno ou externo? Você já sabe como agir nessas situações? Sim ( ) Não ( ).

cartao-capa-1Você pretende criar um cartão com nome próprio ou em nome da empresa? Sim ( ) Não ( ).

Você sabe quais são as vantagens e desvantagens dessas opções. Sim ( ) Não ( ).

Espero ter podido contribuir para delinear o seu grau de conhecimento nessa sua nova ação mercadologia. Todas as respostas deste check list você obterá no nosso livro Cartão Saúde – Como criar um sistema de cartão de fidelidade em empresas médicas. Visite no nosso site e tenha mais informações.

Além dessas perguntas supracitadas, pode ser que você tenha algumas outras, em espacial. Pergunte-nos. Nós temos o maior prazer em respondê-las para os nossos clientes e parceiros.

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inflacaoViajo mais de 1.300 quilômetros para explicar o inexplicável a um grupo de clientes. A empresa deles recebeu de presente, no último Natal, uma punição por inflação ao código de ética e uma pesada multa do Conselho Regional de Medicina, por serem reincidentes na mal-fadada prática de descontos em serviços médicos. Os meus clientes queriam que eu fizesse alguma mágica – ou quiçá – algum milagre (logo eu?), para legalizar o sistema de cartão de descontos deles.

Eu disse a eles o que já tinha dito á dias antes: Não tem como fazer isso. Nem com mágica nem com milagres. Desconto nos preços dos serviços médicos não existe de forma legal. Ou pelo menos, não devia existi.

Mas não tem um ‘jeitinho’? Indagou um médico e retrucou: um jeito especial de legalizar esse negócio?

Eu sorri e lhe respondi: O jeito é acabar com essa forma ilegal de serviço e criar um novo modelo de cartão de fidelidade de clientes em empresas médicas. Esse é o único jeito certo.

Mas não podemos fazer isso! Quase gritou o mais jovem deles e assentiu: O nosso cartão de descontos é responsável por mais de 30% do nosso faturamento, além disso, nós ganhamos muito bem só com a taxa de da venda do cartão.

Duas coisas erradas. Eu disse: oferecer descontos em serviços médicos e cobra taxa de adesão de associado ao cartão.

Cobrar pelo cartão de descontos é também ilegal? Perguntou uma jovem médica. Vamos dar o cartão de graça?

Sim, a taxa de adesão é ilegal, assim como é também é ilegal o contrato do cartão de descontos. Disse-lhes friamente.

Estamos na roca!! Brincou o mais jovem dos médicos. Como vamos fazer para resolver esse problema? Indagou.

A primeira coisa é exterminar o sistema de cartão de descontos e comunicar oficialmente isso aos clientes e depois ao Conselho. Nessa ordem.

Feito isso vamos criar um sistema de cartão de fidelidade de clientes, um sistema totalmente legalizado e solicitar o parecer do Conselho. Vamos fazer todo o registro da documentação do novo serviço junto aos órgãos oficiais. Criar um novo modelo de sistema que atendimento de clientes da clínica. No lugar de cobrar pelo cartão, ele será oferecido gratuitamente e mesmo assim dará lucro para empresa. No lugar do contrato do cliente vamos lhe oferecer o que eu chamo de O segredo 01. No lugar nos proibidos descontos, vamos oferecer o Segredo 02 e a partir daí vamos para os demais Segredos, até concluir, de maneira legal e principalmente lucrativa, a implantação do seu novo sistema de cartão de fidelidade.

Esse sistema realmente funciona? É legal? Perguntou a médica da turma,

Eu lhe respondi: Claro que funciona. Tem mais de 10 anos de uso e sucesso. É somente uma questão de conhecimento específico. Por último perguntei: vocês leram o é-book?

Todos responderam que sim.

Então eu disse: vocês já têm o conhecimento, portanto vamos à prática. Vocês sabem que essa minha vinda até aqui é meramente formal, pois o e-book é didaticamente útil na implantação do novo sistema de cartão da empresa. Mas como vocês fizeram questão de me conhecerem in loco, aqui estou e vamos explicar tudo mais detalhadamente. Afinal, viajar mais 1.300 quilômetros deve ser sempre por uma boa causa. Vamos às perguntas?

Por que é proibido dar descontos em serviços médicos? Perguntou o administrador da clínica.

Resposta na página 15 do e-book Cartão Saúde em Empresas Médicas. Respondi. Vamos lê-la e entender por assim diz a lei. Assim fizemos e eu explique como mais detalhes.

A próxima pergunta foi:

No lugar dos descontos vamos fazer o que?

Vamos ao segundo segredo ensinado no nosso e-book Cartão Saúde em Empresas Médicas? Indaguei.

Para poder baixar a ansiedade dos meus clientes médicos eu filosofei:

Vocês sabem por que nadamos mais rápidos debaixo da água de que na superfície?

Um médico olhou atentamente e eu disse:

É por que debaixo da água não tem ar. Ai o mergulhador precisa usar melhor os seus movimentos e recursos para vencer a resistência do líquido, isso em curto espaço de tempo. Quem quer vencer uma longa distancia na água deve só nadar na superfície para manter o oxigênio nos pulmões e depois mergulhar. Esse é um grande segredo da natação. Vamos imaginar que em nosso caso em especial, a receita financeira seja o ar que a empresa respira. Já que a empresa não pode dar descontos (submersa!), a única coisa que ela pode fazer de forma legal é o que se descreve na página 31 do nosso e-book Cartão Saúde em Empresas Médicas. Vamos a ela?

Então eu comecei a leitura do texto do e-book Cartão Saúde em Empresas Médicas: “… no lugar do oferecer uma tabela de descontos para os seus clientes, a empresa que tem um cartão de fidelidade deve optar pela forma legal que é a implantação de …”

Ah! Eu já ia esquecendo. Detesto viagens longas. 1.300 quilômetros vence qualquer um, até o velho escriba aqui.

Até breve.


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Sistema totalmente legal, conforme resolução do ANS e CRM;

Baixíssimos custos de implantação dos cartões em PVC;

Lucro superior a 38% só na vendas dos cartões em PVC;

Alta taxa de retorno de investimento, (em média 280% nos primeiros seis meses);

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Indicação de diversos Softwares e fornecedores de cartões PVC;

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Sempre primei pela prática, diante de qualquer força da teoria e da retórica. Sempre acredito que há um meio mais fácil de fazer algo ou melhorar o que já existe. Neste contexto, resolvi criar esse guia prático para se implantar uma estrutura de triagem de glosas, dentro de uma empresa médica.

Esse guia é prático e pode ser montado em qualquer empresa médica, indiferente do seu porte ou área de atuação. Se a sua empresa está querendo eliminar as possibilidades de glosas médicas, conheça algumas das nossas recomendações e comece agora mesmo implantar um setor de triagem de glosas. Isso vai reduzir as suas possibilidades de ter seus faturamentos cheios de glosas. Vamos lá!

As tarjas pretas

A primeira coisa que você precisa fazer é separar os seus convênios médicos, classificando-os por volume de glosas geradas.

Separe-os por 03 grupos: tarja preta – aqueles convênios que apresentam glosas todos os meses ou são significativos no faturamento da sua empresa; Tarja amarela – aqueles convênios que apresentam valores/volumes médios de glosas e, os Tarja azul – aqueles convênios que apresentam poucas ou nenhumas glosas e ou apresentam pequenos volumes financeiros de glosas.

Feito isso, estabeleça as seguintes tarefas:

Separe todos os dias as guias e os formulários dos convênios médicos, conforme a classificação por cor da sua tarja.

Revise todos os dados das guias e formulários de atendimentos;

Uma vez concluída esse etapa, separe as guias e formulários já analisados do grupo da tarja azul.

Revise novamente os formulários e guias dos grupos das tarjas amarela e preta. Feito isso separe o grupo da tarja amarela.

Revise mais uma vez o grupo da tarja preta.

Para facilitar o seu trabalho utiliza duas pessoas para fazer as revisões. Assim as possibilidades de erros diminuem consideradamente.

Outro detalhe importante: peça para as suas atendentes/enfermeiras anotarem no canto superior na guia ou formulário ou no verso, (com lápis) o número do atendimento (que é criado pelo seu software de gestão) e quando da revisão do formulário, peça para que o pessoal revise o documento com a ficha do atendimento do paciente aberta na tela do computador (o numero do atendimento serve para fazer isso com mais facilidade). Esse procedimento reduz em mais de 75% as chances do documento ser enviado com erros de preenchimentos ou dados incompletos. (as principais causas das glosas!).

Outro detalhe de suma importância: crie a rotina de triagem de guias e formulários diários em sua empresa. Agindo assim, as lembranças ainda estarão nas mentes das atendentes e enfermeiras e a correção de possíveis erros será mais fácil e imediata.

Deixar para revisar as guias e os formulários nos dias que antecedem o fechamento da fatura é um erro crasso e caro. Essa atividade normalmente gera mais glosas do que as elimina. Faça a revisão todos os dias. Esse é o caminho da redução de glosas.

Quem deve fazer essa revisão das guias e formulários é o pessoal do atendimento do dia. Passar essa atividade para o setor de glosas, tira a responsabilidade das atendentes/enfermeiras. Recomendo que a chefia do setor de glosas reveze cada dia uma atendente/enfermeira diferente para fazer essa revisão. Não aceite o argumento que tem serviços demais para se fazer essa revisão diária.

Como Criar uma Estrutura de Triagem de Glosas.

Para se implantar um controle de qualidade no setor de triagem de glosas, peça para que a revisora de guias e formulários coloque também o seu código ou número funcional no verso da guia revisada (sempre escrevendo com lápis e com letras pequenas). No setor de faturamento, quando da análise de guias e formulários, peça para qualificar as guias que ainda tem erros de preenchimentos e sinalizando o número da atendente que preencheu a guia e o número da profissional que fez a revisão.

Fazendo isso você identificará facilmente quem está errando no preenchimento de guias e formulários e quem está negligenciando na triagem e revisão. A existência deste controle de qualidade influencia na atenção de quem preenche e quem revisa o documento.

Se a sua empresa ainda não utiliza o Formulário Padrão, pode ser que a causa das glosas estejam exatamente na falta de um modelo que estabeleça um padrão no preenchimento dos mais diversos tipos de guias e formulários de convênios médicos.

Você pode obter mais informações sobre esse formulário padrão no nosso livro: Glosa Zero – Como Evitar e Controlar Glosas em Empresas Médicas! Veja mais informações nos artigos publicados neste site. Peça já o E-book Grátis.

Até Breve,

intercriar@hotmail.com

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Intercriar

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RESOLUÇÃO CFM nº 1.649/2002

Dispõe sobre descontos em honorários médicos através de cartões de descontos.

O Conselho Federal de Medicina, no uso das atribuições conferidas pela Lei n.º 3.268, de 30 de setembro de 1957, regulamentada pelo Decreto n.º 44.045, de 19 de julho de 1958, e


CONSIDERANDO que compete ao CFM estabelecer interpretações frente a questões que envolvam o relacionamento do médico com entidades intermediadoras do seu trabalho;

CONSIDERANDO o artigo 3º do Código de Ética Médica: “A fim de que possa exercer a Medicina com honra e dignidade, o médico deve ter boas condições de trabalho e ser remunerado de forma justa”;

CONSIDERANDO o artigo 9º do Código de Ética Médica: “A Medicina não pode, em qualquer circunstância ou de qualquer forma, ser exercida como comércio”;

CONSIDERANDO o artigo 80 do Código de Ética Médica: “É vedado ao médico praticar concorrência desleal com outro médico”;

CONSIDERANDO o artigo 10 do Código de Ética Médica: “O trabalho do médico não pode ser explorado por terceiros com objetivos de lucro, finalidade política ou religiosa”;

CONSIDERANDO o artigo 92 do Código de Ética Médica: “É vedado ao médico explorar o trabalho médico como proprietário, sócio ou dirigente de empresas ou instituições prestadoras de serviços médicos, bem como auferir lucro sobre o trabalho de outro médico, isoladamente ou em equipe”;

CONSIDERANDO que os chamados Cartões de Descontos são simples intermediadores, sem qualquer compromisso solidário de qualidade ou responsabilidade civil, expondo o médico a uma série de riscos legais;

CONSIDERANDO o decidido na Sessão Plenária de 6 de novembro de 2002,


RESOLVE:

Art. 1º Considerar antiética a participação de médicos como proprietários, sócios, dirigentes ou consultores dos chamados Cartões de Descontos.

Art. 2º Fica proibida a inscrição destes Cartões de Descontos no cadastro de pessoas jurídicas dos Conselhos Regionais de Medicina.


Art. 3º É considerada infração ética a comprovada associação ou referenciamento de médicos a qualquer empresa que faça publicidade de descontos sobre honorários médicos.

Art. 4º Revogam-se as disposições em contrário.


Art. 5º Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação.


Brasília-DF, 6 de novembro de 2002.


EDSON DE OLIVEIRA ANDRADE                                             RUBENS DOS SANTOS SILVA

Presidente                                                                                 Secretário Geral


Cartões de descontos

Médicos paulistas estão proibidos de atuar com funerárias e outras empresas

Já está em vigor a Resolução Nº 151/2006 do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp), que considera infração ética a vinculação de médicos aos chamados “cartões de desconto” comercializados por funerárias e outras empresas.

Atualmente muitas funerárias mantêm, principalmente em cidades paulistas de pequeno e médio porte, rede conveniada de prestadores de serviços na área de saúde e oferecem aos seus associados a concessão de descontos em consultas médicas, clínicas e laboratórios.

Muitas dessas empresas publicam relação de profissionais médicos e de serviços de saúde, e chegam até a emitir guias como pré-condição para a obtenção dos descontos pelos usuários. Os mesmos cartões de descontos comercializados pelas funerárias geralmente oferecem vantagens sobre outros serviços, como farmácias, óticas, dentistas e lazer.

De acordo com a nova norma do Cremesp “no convênio entre médicos e funerária o ato médico está sendo vinculado como prêmio de uma transação comercial, na qual terceiros, com o objetivo de lucros, estão explorando o trabalho médico, caracterizando ilícito ético por parte do médico”.

A Resolução também afirma que “é vedada a participação de médicos na intermediação por parte de empresas funerárias, oferecendo descontos em consultas ou serviços médicos ou em quaisquer outras atividades promocionais relacionadas a serviços funerários ou similares”. Também de acordo com a Resolução “é vedada a associação ou referenciamento de médicos a qualquer empresa de serviços funerários ou similares que ofereçam serviços médicos vinculados a seus produtos”.

Assim, os médicos que atuam em cartões de desconto de funerárias e outras empresas estão sujeitos a responder a processo ético-profissional junto ao Cremesp. A aplicação da Resolução está sendo precedida de ações de conscientização dirigida aos médicos que constam das redes conveniadas de funerárias e empresas que mantém os cartões de desconto, no sentido de alertá-los sobre a infração ética contida nesta prática.

Resolução do CFM

A Resolução Nº 151 do Cremesp (publicada no Diário Oficial do Estado de 31 de agosto de 2006) reforça e regulamenta a Resolução Nº 1649 do CFM – Conselho Federal de Medicina (publicada no dia 2 de dezembro de 2002).

A Resolução do CFM já apontava que esse sistema de intermediação de descontos fere o Código de Ética Médica e, portanto, é antiética a participação dos médicos nesses cartões, seja como credenciados, proprietários, sócios, dirigentes ou consultores.

A medida do CFM também proibiu a inscrição destes cartões de descontos no cadastro de pessoas jurídicas dos Conselhos Regionais de Medicina.

A Resolução considerou que “os chamados Cartões de Descontos são simples intermediadores, sem qualquer compromisso solidário de qualidade ou responsabilidade civil, expondo o médico a uma série de riscos legais.”

Tanto a Resolução do Cremesp quanto a do CFM ressaltam, dentre outros, os seguintes artigos do Código de Ética Médica:

·  artigo 9º: “A Medicina não pode, em qualquer circunstância ou de qualquer forma, ser exercida como comércio”;
·  artigo 80: “É vedado ao médico praticar concorrência desleal com outro médico”;
·  artigo 10: “O trabalho do médico não pode ser explorado por terceiros com objetivos de lucro, finalidade política ou religiosa”;

Afronta ao Código de Defesa do Consumidor

Em julho de 2005, o IDEC – Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor, divulgou estudo que chamava a atenção para a proliferação de cartões de desconto de funerárias no Estado de São Paulo. O estudo identificou e comprovou a atuação de 28 empresas funerárias na intermediação de descontos em consultas, exames ou clínicas médicas.

O IDEC ressaltou que o universo é muito maior, levando-se em conta que a prática é bastante comum no ramo funerário, que congrega no Brasil cerca de 5.600 funerárias. O número dessas empresas em São Paulo não é conhecido, mas somente na lista telefônica constam mais de 500 no Estado.

Para o IDEC, as funerárias fazem publicidade enganosa, comercializam “falsos planos de saúde” e, por isso, ferem o Código de Defesa do Consumidor. Outro agravante, diz o órgão, é o fato de a assistência à saúde ser uma atividade alheia às atividades inerentes à personalidade jurídica de uma funerária.

A omissão da ANS

As funerárias que comercializam cartões de desconto em consultas médicas não estão em conformidade com a Lei dos Planos de Saúde (9.656/98), pois não garantem as coberturas obrigatórias e nem cumprem outras determinações dispostas na legislação.

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) até agora foi omissa diante desta prática das funerárias.

A ANS durante muito tempo tolerou a comercialização dos cartões, afirmando que, como não obedeciam a Lei nº 9.656, não poderiam ser registrados na condição de planos de saúde.

Depois, por meio do Comunicado Nº 8 da ANS, de 12 de dezembro de 2002, a ANS divulgou o entendimento de que: “cartões de desconto ou similares, estão submetidos aos dispositivos da Lei n.º 9.656, especialmente quanto às exigências de registro e autorização pela ANS e às garantias assistenciais previstas.”

Ao mesmo tempo determinou: “que as empresas que vêm oferecendo essa modalidade de produtos e serviços, regularizem sua atuação junto à ANS, visando o cumprimento das exigências dispostas na Lei n.º 9.656, de 1998,  sob pena da aplicação das sanções legais.”

Em 28 de janeiro de 2003 a ANS divulga a Resolução Normativa RN 25, que previa o cadastro e demais providências para as empresas que operam com sistemas de descontos, que é o caso das funerárias.

A ANS voltou atrás, ao perceber o óbvio: que essas empresas não preenchiam requisitos mínimos e essenciais para operar no setor da saúde suplementar. Em seguida, eximiu-se de responsabilidade e apenas passou a orientar estes consumidores a se informar junto aos Procons.

A condenação da prática das funerárias em operar descontos em assistência médica consta também do relatório final da CPI dos Planos de Saúde da Câmara dos Deputados, realizada em 2002. A CPI recomendou que a ANS estendesse sua ação fiscalizadora sobre os cartões de desconto.

Projeto de Lei quer proibir a prática

Está em tramitação na Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo Projeto de Lei N º 856/2005 que visa “proibir no Estado, a comercialização de sistemas de vinculação do consumidor a prestadores de serviços funerários, ainda que mediante a oferta de vantagens de qualquer natureza.”. O projeto, de autoria conjunta de vários deputados, conta com o apoio do Cremesp e de órgãos de Defesa do Consumidor.

Assessoria de Impresna do Cremesp

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